Justin Bieber é um “artista” (entre aspas), cujo sucesso está assente na sua tenra idade, 16 anos. É o mais recente ídolo teenager internacional, verdadeiro fenómeno de popularidade e produto da era da Internet, com um estilo jovem, calças largas, casacos desportivos e sapatilhas com os jeans por dentro. E parece que canta…
Mas a definição de cantar parece ter várias definições. E a que se aplica a Bieber não é o talento. Com certeza não será.
Para além do canto, Justin tem interesse para o mundo cinematográfico. Fez uma participação especial na série CSI e vai fazer um filme sobre a história da sua vida. Talvez o mais correcto não seja vida. Mas a história da sua primeira borbulha na cara.
E se já não bastava este “talento internacional” ao mundo artístico, junta-se a Justin, nada mais nada menos, que a sua namorada. Sim, o que o mundo precisa é mesmo de miúdos a tentar cantar, tal qual Miley Cyrus, e a usarem músicas como dedicatórias de amor, numa perspectiva americana de Tony Carreira quando fazia sucesso no Olympia e ainda não usava peruca.
Michella confessou que o seu principal objectivo é ser conhecida e vender. Vá lá, sincera. O que não significa talento, reforce-se. Mas parece também que a rapariga é mesmo apaixonada por Bieber, cujo coração gostava de conquistar.
Se os videojogos foram de karaoke, os pais de todo o mundo devem estar contentes, esperando que as preces se concretizem e eles fiquem afónicos durante algum tempo (talvez muito!).




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