quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Dentes de Leite

O panorama da música pop internacional tem mais uma artista com dentes de leite. Michella Wallace de 14 anos assume-se, no novo hit do momento, como namorada do Justin Bieber. Justin quê? Bieber. Com B.


Justin Bieber é um “artista” (entre aspas), cujo sucesso está assente na sua tenra idade, 16 anos. É o mais recente ídolo teenager internacional, verdadeiro fenómeno de popularidade e produto da era da Internet, com um estilo jovem, calças largas, casacos desportivos e sapatilhas com os jeans por dentro. E parece que canta…
Mas a definição de cantar parece ter várias definições. E a que se aplica a Bieber não é o talento. Com certeza não será.

Para além do canto, Justin tem interesse para o mundo cinematográfico. Fez uma participação especial na série CSI e vai fazer um filme sobre a história da sua vida. Talvez o mais correcto não seja vida. Mas a história da sua primeira borbulha na cara.

As canções de Bieber têm batida de discoteca e coreografias hip-hop e nos videoclipes, os ângulos mais filmados são a sua cara de bebé e o cabelo com corte “à tigela”. Jornais norte-americanos criticam-no pelos espectáculos mal preparados e ensaiados e pela quantidade de covers tocados ao vivo.


E se já não bastava este “talento internacional” ao mundo artístico, junta-se a Justin, nada mais nada menos, que a sua namorada. Sim, o que o mundo precisa é mesmo de miúdos a tentar cantar, tal qual Miley Cyrus, e a usarem músicas como dedicatórias de amor, numa perspectiva americana de Tony Carreira quando fazia sucesso no Olympia e ainda não usava peruca.

O single de estreia de Michella Wallace conseguiu, em 48 horas, 200 mil visitas no Youtube e ocupar o 32º lugar no top de vendas do iTunes. “Justin Bieber’s Girlfriend” é o título desta manobra de marketing. Perdão! Título da canção de estreia da artista.
Michella confessou que o seu principal objectivo é ser conhecida e vender. Vá lá, sincera. O que não significa talento, reforce-se. Mas parece também que a rapariga é mesmo apaixonada por Bieber, cujo coração gostava de conquistar.

Os ídolos teen já se encontraram num concerto de Justin e, imagine-se, não falaram da juventude nem do talento e amor que os une mas jogaram videojogos. Típico de miúdos. Prova que o sucesso pode ter trazido muita coisa, menos maturidade…
Se os videojogos foram de karaoke, os pais de todo o mundo devem estar contentes, esperando que as preces se concretizem e eles fiquem afónicos durante algum tempo (talvez muito!).

Será que se levarmos Manuel Moura dos Santos, júri do programa ‘Ídolos’, aos Estados Unidos da América ele manda Bieber se encher de moscas? Será que Pedro Boucherie diz a Michella que ela cabe tão bem no mundo da música como um camião TIR numa caixa de sapatos?
O que não convém é a Roberta Medina vir dizer que eles têm “carisma” ou “atxitudji”, porque o pessoal já não aguenta as miúdas a gritar por eles e a arrancar cabelos nem aguentam estes artistas teen a pimbalhar. Perdão! A cantar.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

ALTERAÇÕES

O projecto número 2, da tipografia, sofreu algumas alterações. Aqui ficam as imagens finais relativas a Ricardo Reis e a Álvaro de Campos:









PROJECTO NO. 4 - Infografia





Depois de algumas dificuldades para realizar a Infografia (visto que estive 2 aulas a realizar um projecto sobre os seguros mais valiosos que os famosos fazem a zonas do seu corpo), mudei de tema e cancelei essa infografia, pois a minha ideia para a sua realização era irreconciliável com a necessidade que havia de criar uma escala que controlasse as representações.
Assim sendo, e tendo em conta o meu gosto por música e concertos e com o rescaldo do Rock in Rio de 2010, acabei por fazer uma infografia simples sobre o número de espectadores em cada dia de espectáculo, com uma pequena descrição dos artistas presentes no Palco Mundo em cada dia.
Como pano de fundo, coloquei uma imagem em background do palco principal do Rock in Rio, onde se vêm muitas cabeças de espectadores. No que diz respeito à infografia em si, criei o título da infografia partindo do logótipo do festival, que acaba por formar o “O” do título “Os números do Rock In Rio 2010”. Em cada rectângulo, correspondente a cada dia, coloquei a foto dos considerados «cabeças-de-cartaz» do dia em questão. Por baixo desse rectângulo coloquei a lista de artistas do Palco Mundo e, por baixo dessa lista, coloquei o número de espectadores presentes nesse mesmo dia de espectáculo.
A fonte de informação foi o site de música Cotonete.

Projecto da cor

OMO
O objectivo deste trabalho era manter o conteúdo rústico da publicidade original, adaptando-a aos tempos modernos, como se de uma folha de revista actual a fazer publicidade se tratasse.
A utilização de muitas cores prende-se exactamente com a tentativa de criar uma grande oposição entre a imagem original, a preto e branco. Para além disso, a publicidade fala em “branco” e “brancura” e a imagem está um bocadinho amarelada.


ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
O objectivo desta mudança de cor prende-se com a tentativa de criar uma imagem mais uniforme. A imagem original era colorida, tal como o restante filme “Alice no país das Maravilhas”. A importância era tentar realçar apenas um ou dois elementos, de forma a destacá-los na restante imagem.
Assim sendo, a rudeza da face da personagem representada entra em conflito com os lábios vermelhos, que fazem lembrar um coração ou um beijo.




NOIVA CADÁVER
A mudança das cores desta imagem prende-se, principalmente, com a necessidade de criar um rótulo diferente para este filme. O título é ‘Noiva Cadáver’ e o facto da imagem original estar em tons de cinzento relaciona-se com a morte. O próprio cenário representado tem a ver com noite.
Na imagem alterada, a utilização de uma grande variedade de cores prende-se com a tentativa de criar uma confusão entre o título do filme e o cartaz apresentado. Um filme que se chama “Noiva Cadáver” e apresenta um cartaz com imensas cores, vivas e provocantes, cria uma certa confusão mental e altera o sentido original da imagem, transmitindo outros tipos de sentimentos. Se a imagem inicial transmitia algo sombrio, assustador, a imagem final alterada transmite um ar de filme infantil, de desenho animado e contrasta uma certa alegria com a simbologia mortal da noiva e do cão, que são cadáveres.
Do resultado final, o que mais gosto é do efeito conseguido na combinação do sol (que era uma lua na imagem inicial) com o céu; do que menos gosto é da cor do cão.

COR - Resultado 3

Imagem original



Imagem final alterada


COR - Resultado 2

Imagem depois das alterações
Imagem original

quarta-feira, 26 de maio de 2010

COR - Resultado 1

Imagem Final, depois das alterações



Imagem Original


Comparação das imagens

RICARDO REIS - Vem sentar-te comigo Lídia




« Vem sentar-te comigo Lídia, à beira do rio.
Sossegadamente fitemos o seu curso e aprendamos
Que a vida passa, e não estamos de mãos enlaçadas.
(Enlacemos as mãos.)

Depois pensemos, crianças adultas, que a vida
Passa e não fica, nada deixa e nunca regressa,
Vai para um mar muito longe, para ao pé do Fado,
Mais longe que os deuses.

Desenlacemos as mãos, porque não vale a pena cansarmo-nos.
Quer gozemos, quer não gozemos, passamos como o rio.
Mais vale saber passar silenciosamente
E sem desassossegos grandes.

Sem amores, nem ódios, nem paixões que levantam a voz,
Nem invejas que dão movimento demais aos olhos,
Nem cuidados, porque se os tivesse o rio sempre correria,
E sempre iria ter ao mar.

Amemo-nos tranquilamente, pensando que podíamos,
Se quiséssemos, trocar beijos e abraços e carícias,
Mas que mais vale estarmos sentados ao pé um do outro
Ouvindo correr o rio e vendo-o.

Colhamos flores, pega tu nelas e deixa-as
No colo, e que o seu perfume suavize o momento -
Este momento em que sossegadamente não cremos em nada,
Pagãos inocentes da decadência.

Ao menos, se for sombra antes, lembrar-te-ás de mim depois
Sem que a minha lembrança te arda ou te fira ou te mova,
Porque nunca enlaçamos as mãos, nem nos beijamos
Nem fomos mais do que crianças.

E se antes do que eu levares o o bolo ao barqueiro sombrio,
Eu nada terei que sofrer ao lembrar-me de ti.
Ser-me-ás suave à memória lembrando-te assim - à beira-rio,
Pagã triste e com flores no regaço. »

quarta-feira, 5 de maio de 2010

ÁLVARO DE CAMPOS - Ode Triunfal (com supressões)


« Eh-lá grandes desastres de comboios!
Eh-lá desabamentos de galerias de minas!
Eh-lá naufrágios deliciosos dos grandes transatlânticos!
Eh-lá-hô revoluções aqui, ali, acolá,
Alterações de constituições, guerras, tratados, invasões,
Ruído, injustiças, violências, e talvez para breve o fim,
A grande invasão dos bárbaros amarelos pela Europa,
E outro Sol no novo Horizonte!
Eia comboios, eia pontes, eia hotéis à hora do jantar,
Eia aparelhos de todas as espécies, férreos, brutos, mínimos,
Instrumentos de precisão, aparelhos de triturar, de cavar,
Engenhos, brocas, máquinas rotativas!
Eia! eia! eia!
Eia eletricidade, nervos doentes da Matéria!
Eia telegrafia-sem-fios, simpatia metálica do inconsciente!
Eia túneis, eia canais, Panamá, Kiel, Suez!
Eia todo o passado dentro do presente!
Eia todo o futuro já dentro de nós! eia!
Eia! eia! eia!
Frutos de ferro e útil da árvore-fábrica cosmopolita!
Eia! eia! eia, eia-hô-ô-ô!
Nem sei que existo para dentro. Giro, rodeio, engenho-me.
Engatam-me em todos os comboios.
Içam-me em todos os cais.
Giro dentro das hélices de todos os navios.
Eia! eia-hô eia!
Eia! sou o calor mecânico e a electricidade!
Eia! e os rails e as casas de máquinas e a Europa!
Eia e hurrah por mim-tudo e tudo, máquinas a trabalhar, eia! »

ALBERTO CAEIRO - Poema Primeiro


« Eu nunca guardei rebanhos,
Mas é como se os guardasse.
Minha alma é como um pastor,
Conhece o vento e o sol
E anda pela mão das Estações
A seguir e a olhar.
Toda a paz da Natureza sem gente
Vem sentar-se a meu lado.
Mas eu fico triste como um pôr de sol
Para a nossa imaginação,
Quando esfria no fundo da planície
E se sente a noite entrada
Como uma borboleta pela janela.
Mas a minha tristeza é sossego
Porque é natural e justa
E é o que deve estar na alma
Quando já pensa que existe
E as mãos colhem flores sem ela dar por isso.
Como um ruído de chocalhos
Para além da curva da estrada,
Os meus pensamentos são contentes.
Só tenho pena de saber que eles são contentes,
Porque, se o não soubesse,
Em vez de serem contentes e tristes.
Seriam alegres e contentes.
Pensar incomoda como andar à chuva
Quando o vento cresce e parece que chove mais.
Não tenho ambições nem desejos.
Ser poeta não é uma ambição minha.
É a minha maneira de estar sozinho. »

quinta-feira, 29 de abril de 2010

terça-feira, 27 de abril de 2010

Memória Descritiva (projecto um) e trabalho final


E este é o meu trabalho final relativamente ao projecto um. Não, não está perfeito. Não ficou exactamente como queria. Mas é um trabalho meu. E tenho orgulho no que fiz.
Tendo em conta o trabalho final, a escolha das imagens, relacionando-as com a música, pode ser explicada da seguinte forma:
  • Estrada e Céu (em conjunção) - representam um caminho. A música tem um anadamento que, a mim, me faz lembrar uma caminhada na berma de uma qualquer estrada, partindo sem rumo, sem destino, depois de um qualquer problema que a vida nos colocou no caminho. É um dos sentimentos que me transmite. Daí ter colocado esta imagem como fundo;
  • Ruínas - uma pessoa sente-se em ruínas quando está com muitos problemas, se sente inútil na sua resolução, nada corre bem. As ruínas, para além de se cruzarem com os sentimentos que me são transmitidos pela música e em cima referidos, são uma frase importante na letra da música, tendo em conta a sua constante repetição. Não têm como objectivo o desvio das atenções, mas sim um enquadramento;
  • Arma - tendo em conta o título da música, dispensa explicações. Está presente no título e é o elemento mais importante da composição. Daí a sua presença acentuada na circunferência de capa protectora do CD;
  • 21 - os números 2 e 1 estão unidos, mas descompactados em 2 partes, como se tivessem sido atingidos pela bala que saiu da arma. É como se fosse a morte daqueles números, onde se denota a força da música e do poder da arma;
  • Relógio - toda a nossa vida está envolta em horas e cronometragens. O relógio, para além de simbolizar a frase "When its time to live or let die", que se relaciona com a transmissão de sentimentos, referida acima, na parte em que se fala da estrada e do céu, simboliza as escolhas que se têm de fazer: viver ou morrer, agir ou ficar parado, mudar ou não mudar. Representa também que a hora marcada representa a hora de premir o gatilho e o facto de estar quebrado, representa a força do disparo, que faz tremer o relógio (marcas brancas do lado inferior direito adjacentes ao relógio) e partir;
  • Mancha vermelha - simboliza sangue, morte. Vem quebrar a calma aparente denotada com o céu azul e uma estrada vazia. Representa a força da música, as consequências do uso de uma arma. É também uma forma de captar as atenções de quem visiona a imagem.

PROJECTO NÚMERO UM

A escolha dos elementos representativos da letra deu-se da seguinte forma: às frases mais importantes/fortes da letra total da música, foram atribuídos símbolos, que de uma forma directa ou indirecta, se relacionavam com a música '21 Guns':
  • Luva Boxe - como forma de representar a palavra "fighting"
  • Morte - devido à força inerente às palavras "dying" e "die"
  • Pulmões - relacionados com "breath" e "suffocating"
  • Coração - "did someone break your heart inside"
  • Ruínas - importantes, devido à constante repetição da frase "you're in ruins"
  • 21 - devido ao título e à música
  • Arma - é a palavra mais forte da música e do título. É a mais representativa e a imagem que ocupará um lugar de destaque
  • Estrada - "when you're at the end of the road"
  • Copo Partido - a melhor forma de representar vidro partido ("broken glass") é através de um copo com estilhaços espalhados
  • Céu - "throw up your arms into the sky", apesar de ser uma palavra menos representativa, com menos força, poderia tornar-se importante para a construção de composição, como fundo
  • Casa - "when you burned down the house and home"
  • Fogo - "did you stand too close to the fire", sendo que o fogo poderia causar uma mancha na imagem, tornando-a mais forte, tal como a música transmite
  • Relógio - "when its time to live..."

terça-feira, 6 de abril de 2010

O PONTO

A palavra "PONTO" pode ter muitos significados:

- Segundo o Dicionário de Língua Portuguesa, "PONTO" significa «porção de fio que fica entre dois furos de agulha ou sovela quando se cose; trabalhos de costura; pequena mancha arredondada; ponta; lugar de intersecção de duas linhas; sinal ortográfico ou de pontuação; termo; fim; sítio fixo e determinado; tempo marcado; interesse; mira; ...»

A definição para a palavra "PONTO" que interessa é a seguinte «entidade geométrica sem dimensão alguma ; elemento fundamental da geometria, consiste numa figura sem dimensões».

O "PONTO" é o elemento mais simples da geometria, mas nem por isso deixa de ser importante.

Pode ser apresentado de várias formas. Quanto às suas classificações:


  1. Grandeza, pode ser classificado em Grande/Médio/Pequeno;


  2. Quantidade, pode ser apresentado em Dispersão/Concentração/Saturação;


  3. Situação, pode estar Ao acaso/Por ordem/Simetrica/Assimétrica/Irradiação/Repetição/Alternância.



PONTILHISMO


O Pontilhismo (também designado por "Divisionismo") é uma técnica saída do movimento impressionista, em que o artista faz desenhos e representações usando pequenas manchas ou pontos de cor que provocam, pela justaposição, uma mistura óptica nos olhos do observador.


Esta técnica, nascida em França, em meados da década de 80, baseia-se na lei das cores complementares, avanço impulsionado pelo químico Michel Chevreul. Trata-se de uma consequência extrema dos ensinamentos dos impressionistas, segundo as quais as cores deviam ser justapostos e não mesclados, deixando à retina a tarefa de reconstruir o tom desejado pelo pintor, combinando as diversas impressões registadas.


A técnica de utilização de pontos coloridos justapostos também pode ser considerada o culminar do desprezo dos impressionistas pela linha, uma vez que esta é somente uma abstracção do Homem para representar a natureza.


Os principais artistas dessa modalidade foram: Georges Seurat, Paul Signac e Henri-Edmond Cross.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

PROJECTO NÚMERO 1

Ora pois, como projecto número um da disciplina de Design e Comuicação Visual, tenho algo que, desde o início, me despertou interesse e me pôs o 'tico e o teco' a trabalhar...
Tenho de fazer uma composição, abordando os elementos básicos da comunicação visual (ponto, linha, contorno, tom, cor, volume, ...), tendo como base a letra de uma música.
A intenção é fazer uma capa para uma caixa de cd's e para o respectivo.

Quanto à letra? Escolha fácil. Tanto eu como o companheiro de trabalho temos gostos idênticos e quando saltou à baila a música "21 Guns", dos GreenDay, a opinião foi unânime... Siga!
E assim começaram as ideias a fluir,a intenção do projecto começou a ganhar forma...

Até estar concluído, vou apresentar aqui no blog a evolução, desde os rascunhos até às últimas alterações.
Até lá, deixo a letra da música, para quem não a conhece... =)


«Do you know what's worth fighting for,
When it's not worth dying for?
Does it take your breath away
And you feel yourself suffocating?
Does the pain weigh out the pride?
And you look for a place to hide?
Did someone break your heart inside?
You're in ruins

One, 21 guns
Lay down your arms
Give up the fight
One, 21 guns
Throw up your arms into the sky,
You and I

When you're at the end of the road
And you lost all sense of control
And your thoughts have taken their toll
When your mind breaks the spirit of your soul
Your faith walks on broken glass
And the hangover doesn't pass
Nothing's ever built to last
You're in ruins

One, 21 guns
Lay down your arms
Give up the fight
One, 21 guns
Throw up your arms into the sky
You and I

Did you try to live on your own
When you burned down the house and home?
Did you stand too close to the fire?
Like a liar looking for forgiveness from a stone

When it's time to live and let die
And you can't get another try
Something inside this heart has died
You're in ruins

One, 21 guns
Lay down your arms
Give up the fight
One, 21 guns
Throw up your arms into the sky
You and I. »

Eu e o Design :p

Hoje tive a minha primeira aula de Design e Comunicação Visual. Fiquei estranhamente aterrorizada quando pensei em desenhos e pinturas porque, definitivamente, não é a minha área.
Mas, empenhada como ando (até me estranho a mim mesma --') penso que não será um obstáculo. Antes pelo contrário. Pensamento positivo e isto até vai correr bem... =)

Para começar a por em prática o meu empenho, fui procurar algumas coisas sobre design em livros e fotocópias (que a minha organização permitiu que estivessem guardadas em sítio seguro desde o 9º ano)... E então aqui vai:

NOÇÃO DE DESIGN: « Se existem diferentes palavras para exprimir o conceito de desenho - Dessin, Dibujo, Drawing, Zeichnung - para o de design o mesmo não se verifica.
Considerado termo único, sem tradução, design significa, mais do que um produto final, uma ideia, um desígnio - uma intenção.
É característica do Design organizar, reflectir, projectar e dar solução a problemas, criando objectos novos e soluções mais adequadas. »